sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Meia Final da Taça da AF Castelo Branco

Póvoa de Rio de Moinhos - 0 GDV Sernache - 0 (vitória do Póvoa por 4-2 após penáltis) Equipa Inicial: 1- António Joaquim 22- Maçaroco 36- Tomás 14- F.Miguel 5- Pedro 6- João Viana 30- Rui Daniel 21- Dani 7- Bruno Bastinho 20 - Miguel Farinha 25- Paulo Lopes Substituições: Miguel Farinha por Fredy; João Viana por Rogério À partida para este jogo, a esperança num bom resultado era muita. Estava em causa a presença na Final da Taça o que, para a maioria dos atletas, era uma novidade muito desejada. O jogo começou com sinal mais do Vitória. O domíno era evidente e a equipa da casa não mostrava argumentos para o contrariar. Esta limitava-se a defender como podia, fiando-se na qualidade indiscutível do seu guarda redes. É assim, sem surpresa, que se verifica que as ocasiões de golo partiram sempre dos mesmos. Bruno Bastinho e Dani tiveram nos pés as melhores ocasiões que sairam invariavelmente frustradas, ora por mérito do guarda redes da casa, ora por azar dos atacantes. Após uma 1ª parte sem grande história, em que o Póvoa nunca importunou a baliza de António Joaquim, os da casa iniciam a segunda parte ainda mais retraídos na sua defesa. A partir do meio do segundo tempo, o Póvoa recorre ao anti jogo para fazer passar o tempo. Atirar bolas para dentro de campo, simulação de lesões... Enfim, tudo servia para tentar levar o jogo para as grandes penalidades. Fredy e Rogério entram com o intuito de dinamizar ainda mais o jogo. No entanto, culpa da atitude defensiva da equipa da casa, nada se altera e o jogo vai mesmo para os penáltis. Nesta altura não interessa quem jogou melhor ou pior, quem fez anti jogo ou não.. interessa sim a sorte, e esta não esteve do lado do Vitória. Do lado do Póvoa ninguém falhou, ao passo que o Vitória desperdiçou duas oportunidades, adiando o sonho da final para épocas futuras... A ideia que fica é que o Vitória não perdeu nos penáltis mas sim durante os 90 minutos, uma vez que não aproveitou as oportunidades de golo que criou.
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